Cibercriatividade: um decálogo de desafios de pesquisa

Esse artigo é uma tradução de parte do artigo original (em inglês), autorizada pelo autor responsável

Autores

  • Felipe Zamana

Palavras-chave:

Criatividade; cibercriatividade; inteligência artificial; IA; ética; processo criativo; criatividade sociocultural; educação.

Resumo

Neste artigo, identificamos todas as formas de colaboração humano–IA como cibercriatividade. Apresentamos dois cenários: uma visão utópica da cibercriatividade, na qual a IA serve para potenciar e não para substituir a criatividade humana, e uma visão distópica associada à preempção de toda a agência criativa humana causada pela ascensão da IA. Na nossa perspectiva, a comunidade científica é chamada a dar a sua contribuição, por menor que seja, para ajudar a humanidade a avançar em direção ao cenário utópico, evitando o distópico. Aqui, apresentamos um decálogo de desafios de investigação identificados para esse fim, abordando as seguintes dimensões: (1) o enquadramento teórico da cibercriatividade; (2) perspectivas socioculturais; (3) o processo cibercriativo; (4) o agente criativo; (5) a equipa cocriativa; (6) os produtos cibercriativos; (7) os domínios cibercriativos; (8) a educação em cibercriatividade; (9) os aspetos éticos; e (10) o lado obscuro da cibercriatividade.

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Biografia do Autor

Felipe Zamana

PhD em Psicologia pela Université Paris Cité (Paris V - Sorbonne), mestre em Criatividade e Inovação pela Universidade Fernando Pessoa (Porto, Portugal).

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Publicado

2026-02-19